segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Just me

Sempre tive o costume de observar as pessoas, não julgar, mas sim observar e tirar minhas próprias conclusões e decidir se quero me aproximar ou me distanciar. Acho que sempre, ou quase sempre faço isso porque eu me auto observo, sei como sou, e gosto de mim do jeito que sou, sei que nem sempre é perfeito, maravilhoso, mas sou uma pessoa contraditória muitas vezes e adoro isso. Amo rosa claro, amo rock and roll, amo filmes clássicos, amo me maquiar, amo sonhar com meu futuro e com meus desejos, almejar meu futuro profissional e sentir falta de coisas boas do passado me define, ter amores platônicos achando que um dia eles vão acontecer de fato, dar uma volta no shopping, ir no cinema, amo ficar descabelada em casa assistindo minhas séries e lendo, amo observar o que há em minha volta e quem existe ao meu redor também. E principalmente, amo pessoas, amo gente, amo estar com meus amigos e fazer novos grandes amigos, adoro conhecer pessoas diferentes com diferentes culturas e diferentes visões do mundo, gosto de conhecer pessoas que pensam diferente de mim porque amo poder argumentar e mostrar meus ideais e minhas idéias, mas amo mais ainda ter ao meu lado gente parecida comigo, que me faça transbordar e que eu possa aprender e ensinar. Essa sou eu, e cada dia tenho mais certeza que devemos amar o que somos e quem somos, podemos ser e conseguir o que quisermos, acho que só depende de cada um mesmo. É isso.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Antigo não, Clássico!

Dia desses conversando com umas amigas sobre gostos em relação a cinema, eu falei da minha admiração por Audrey Hepburn, não só porque ela revolucionou uma época com seus filmes super interessantes que eram rotulados como comédias românticas melosas, mas muito pelo contrário, de melosos os filmes que ela fez não tinham nada, eram até modernos demais pra época (há mais de 50 anos atrás), e também porque me identifico muito com a própria Audrey e com algumas personagens que ela fez, como Holly de Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's -1961) que tinha um lado muito sonhador, quando você observa bem, e tinha um gato amarelo como eu, hehe. O curioso é que as minhas amigas nunca tinham ouvido falar dela, na minha cabeça eu pensei: "Como assim? Isso não pode ser possível!" O pessoal de hoje pode ter um certo preconceito com alguns filmes cult, claro que existem aqueles bem mentirosos e mal feitos que você não consegue passar mais de meia hora assistindo, mas certos clássicos são maravilhosos, eu sou uma defensora dessa idéia, e recomendo a todos que assistam mais filmes desse tipo. Nada se compara ao cinema, e não importa em que época seja.